Ergue-se o Povo português contra a longa noite da censura e do medo, e floresce Abril como princípio político e moral de uma Pátria novamente livre. Consolidam-se o voto, a Constituição e a pluralidade cívica, enquanto se fecha o ciclo imperial e se abre um novo vínculo de amizade entre os povos. Conclui-se que a liberdade não é dádiva imóvel: exige memória, vigilância e labor diário, para que nunca mais se imponha a servidão.
Nota editorial
Natureza do texto: Argumento em prosa de canto épico.
Fonte: Argumento do canto publicado na descrição editorial do livro e reproduzido em «A Obra Comentada» (Livro Digital, Setembro de 2026).
Texto reproduzido sem alterações.