


A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita (2.ª Edição)The Crisis of the Democratic Right and the Encounter with the Far Right
The social-liberal drift of European social democracy
Disponível em 2 línguas
«O futuro não está escrito. É escrito pelos que se atrevem a escrevê-lo.»
- Páginas
- 553 páginas
- ISBN
- ISBN 979-8196028175
- Primeira publicação
- Formatos
- Kindle e capa mole
- Páginas
- 791 páginas
- ISBN
- ISBN 979-8196299414
- Publicação
- Formatos
- Kindle e capa mole
Excerto
Vivemos tempos de transição e incerteza. A democracia, durante décadas dada como adquirida, está agora a ser posta à prova por forças que, embora operem dentro do sistema, visam subverter os seus fundamentos. Em Portugal, o surgimento e ascensão do Chega exemplificam esta nova realidade, onde o populismo autoritário desafia as bases do regime democrático e reclama espaço no cenário político nacional.
Este livro nasce da urgência de compreender, com rigor científico e profundidade analítica, as dinâmicas complexas que levaram à erosão da direita democrática tradicional e à emergência de um discurso e prática política marcados pelo populismo
Autoritário.
— A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita (2.ª Edição)
Nota editorial
Fonte: descrição editorial da edição em português (Amazon).
Sobre o livro
Texto publicado com a edição em português (Amazon). O texto continua a partir do excerto.
Ao longo dos capítulos, procuramos descrever não apenas o fenómeno do Chega em si, mas também o contexto social, político e cultural que permite o seu crescimento, assim como os impactos que produz no sistema democrático português.
Não se trata aqui de um manifesto político, mas sim de um ensaio crítico, informado e profundamente comprometido com a defesa dos princípios fundamentais da liberdade, do pluralismo e da justiça social. A intenção é fomentar o debate público informado e responsável, oferecendo uma base sólida para reflexões e ações futuras que possam fortalecer a resiliência democrática.
É também um convite à reflexão serena e rigorosa, que reconhece a complexidade dos tempos actuais e rejeita soluções simplistas, propondo um olhar crítico e plural sobre os desafios políticos que enfrentamos. Esperamos que esta obra sirva como referência valiosa para investigadores, docentes, decisores políticos e cidadãos engajados no contínuo esforço pela preservação e aprofundamento da democracia em Portugal.
Esta transição exige coragem intelectual e política para enfrentar as tensões e contradições do presente, construir consensos e renovar projetos colectivos. É um chamado a todos aqueles que acreditam na democracia como um projeto vivo, em permanente construção, capaz de superar desafios e garantir um futuro mais justo e inclusivo.
Índice de edições
Na Amazon
Edição em português:
A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita (2.ª Edição)
553 páginasKindle e capa mole
Edição em inglês:
The Crisis of the Democratic Right and the Encounter with the Far Right
791 páginasKindle e capa mole
Edições de editora
Vendem-se na loja da própria editora e, quando indicado, noutras livrarias — não na Amazon.
Edição em português:
A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-DireitaEdição Chiado Books
1099 páginasE-book
- Comprar — Chiado Books, Edição em português — A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita(abre num novo separador)
- Fnac França — Edição em português — A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita(abre num novo separador)
- Google Livros — Edição em português — A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita(abre num novo separador)
- Google Play Livros — Edição em português — A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita(abre num novo separador)
- Kobo — Edição em português — A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita(abre num novo separador)
- Nas lojas Amazon, cada ligação usa o código da própria edição (ASIN); a disponibilidade em cada país é gerida pela Amazon.
- Em Portugal, compre na Amazon Espanha: não existe loja Amazon portuguesa.
Leitura crítica — «A Obra Comentada» (2026)
Concluído em Sintra em Maio de 2026, numa segunda edição revista e ampliada que ultrapassa os cinquenta capítulos, este é o livro mais português do eixo — e também o mais enciclopédico. A tese central é enunciada no epílogo com clareza militante: «o Chega não é uma anomalia transitória, mas um sintoma de transformações estruturais que afectam toda a Europa», e combatê-lo exige três frentes simultâneas — defesa intransigente das instituições liberais, reinvenção programática do centro político e resposta material concreta às populações que sentem ter sido deixadas para trás. O prefácio assume o estatuto do livro: não um manifesto, mas «um ensaio crítico, informado e profundamente comprometido com a defesa dos princípios fundamentais da liberdade, do pluralismo e da justiça social».
A estrutura é a de uma verdadeira suma política em três andamentos. O primeiro (capítulos 1 a 13) é a história e a anatomia da direita democrática portuguesa: da emergência do PPD/PSD de Sá Carneiro e do CDS de Freitas do Amaral no PREC — quando a palavra «direita» era politicamente tóxica — ao cavaquismo, à troika e à fragmentação de 2019, com a entrada fulminante do Chega e da IL no Parlamento; seguem-se a análise do fenómeno Ventura, da cultura de ressentimento, da desinformação e do impacto da extrema-direita na participação cidadã. O segundo andamento (capítulos 14 a 34), acrescentado nesta edição, alarga surpreendentemente o objecto ao outro pilar do centro: a social-democracia europeia e o PS português, de Mário Soares ao caso cautelar do PASOK grego, do SPD alemão ao macronismo. O terceiro (capítulos 35 a 50) traz a análise ao presente imediato — os pactos parlamentares PSD-Chega de 2025-2026, o «paradoxo da prosperidade» (crescimento económico com radicalização política), uma simulação macroeconómica dos cenários AD+IL versus AD+Chega, e dez reformas estruturais prioritárias. Os anexos documentam a intervenção cívica do autor, incluindo cartas abertas ao Presidente da República — o livro como prolongamento da cidadania, não como observação distante.
Os diálogos intelectuais combinam a politologia portuguesa (André Freire, Marina Costa Lobo, a tipologia de Sartori sobre sistemas partidários) com a literatura internacional do populismo já mobilizada nos volumes americanos, além de Hobsbawm e Faulkner («o passado não está morto — nem sequer é passado») no enquadramento histórico. No conjunto da obra, é o fecho lógico do eixo: depois do diagnóstico americano, a pergunta que verdadeiramente importa ao leitor português — pode acontecer aqui? — recebe uma resposta sóbria: está a acontecer, mas Portugal dispõe ainda de instituições resilientes, sociedade civil activa, fundos europeus transformadores e capital diplomático. Aproveitar essas vantagens depende de escolhas: «entre o ressentimento ou a esperança organizada, entre a contemplação resignada ou a acção cívica responsável». O livro fecha com a divisa que podia servir de epígrafe a todo o eixo: «O futuro não está escrito. É escrito pelos que se atrevem a escrevê-lo.»
Citações do livro
«um ensaio crítico, informado e profundamente comprometido com a defesa dos princípios fundamentais da liberdade, do pluralismo e da justiça social»
«o Chega não é uma anomalia transitória, mas um sintoma de transformações estruturais que afectam toda a Europa»
«o passado não está morto — nem sequer é passado»
«entre o ressentimento ou a esperança organizada, entre a contemplação resignada ou a acção cívica responsável»
Outras expressões do livro citadas
«direita»«paradoxo da prosperidade»
Fonte: «A Obra Comentada» (Sintra, Julho de 2026) — comentário crítico
Ficha técnica
- Género
- Ensaio
- Eixo da obra
- Democracia, Populismo e Pós-verdade
- Primeira publicação
- Páginas
- 553 (edição em português)
- Formatos
- E-book · Livro impresso (capa mole)
- Línguas
- 2 — português e inglês
- ISBN
- 979-8196028175
Também poderá interessar-lhe

Democracia, Populismo e Pós-verdadeO Processo Marquês e o Colapso das Garantias · Volume 1
2026 · 708 páginas
Democracia, Populismo e Pós-verdadeO Processo Marquês e o Colapso das Garantias · Volume 2
2026 · 616 páginas


