Colecção de poesia
Atrás do Algodão Branco
Uma jornada em prosa poética pela percepção, pelo corpo e pelo padrão que se esconde na realidade
Junho de 2026 · 2 textos · PortuguêsPoesia, Espiritualidade e Meditação

Textos desta colecção
Leitura crítica
Excerto do comentário de «A Obra Comentada» (Sintra, Julho de 2026): uma leitura crítica da obra, escrita na terceira pessoa.
Publicado em edição de oitenta poemas e em edição e-book que se apresenta como «uma jornada em prosa poética pela percepção, pelo corpo e pelo padrão que se esconde na realidade», Atrás do Algodão Branco é o livro mais declaradamente epistemológico do eixo — uma poética do conhecimento sensível, organizada em oito partes que o autor pede que se leiam «como oito movimentos de uma só respiração»: o que é visto, o que sente, o que lembra, o que se parte, o que resiste, o que revela, o que se transforma, o que permanece. A imagem-título é uma das grandes invenções do autor: a «cortina de algodão branco», tecida de hábito e linguagem, «da cor exacta do que esconde», que nos protege do real e simultaneamente no-lo rouba. «A poesia é o gesto de afastar a cortina um instante. Não de a rasgar — quem a rasga endoidece, ou cega de tanta luz.»
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