Colecção de poesia
Perdoar só é Real se for também Esquecer
Poemas em prosa, sonetos e meditação humanista sobre culpa, reparação, amor, memória e libertação
Maio de 2026 · 3 textos · PortuguêsPoesia, Espiritualidade e Meditação

Textos desta colecção
Leitura crítica
Excerto do comentário de «A Obra Comentada» (Sintra, Julho de 2026): uma leitura crítica da obra, escrita na terceira pessoa.
Livro de arquitectura clássica e assunto incandescente, Perdoar Só É Real Se For Também Esquecer organiza-se em prólogo, dez ciclos e epílogo: dez poemas em prosa e cem sonetos sobre «culpa, reparação, amor, memória e libertação». Cada ciclo isola um momento do processo — a ferida, a culpa, o pedido de perdão, a verdade e a ternura, o perdão difícil, o esquecer — e desdobra-o num poema em prosa e dez sonetos. A epígrafe fixa desde logo a tese, com o gosto do autor pela definição dupla: «Perdoar não é negar a ferida. É impedir que ela se torne o nosso único nome.» E, sobre a segunda metade do título, a mais arriscada: «Esquecer não é apagar o que aconteceu. É retirar ao passado o direito de continuar a ferir.»
Outras colecções
O Espelho dos Universos Paralelos
Abril de 2026 · 1 texto
Circo dos Fachos
Abril de 2026 · 2 textosDemocracia, Populismo e Pós-verdade
A Cintilação das Almas
Maio de 2026 · 5 textos
Poesia Zen
Maio de 2026 · 3 textos
O Regresso das Caravelas do Pensamento
Maio de 2026 · 4 textos
O Reino está Dentro e Fora
Maio de 2026 · 3 textos
No éter, seis segundos contêm uma eternidade
Maio de 2026 · 2 textos
Atrás do Algodão Branco
Junho de 2026 · 2 textos
Poemas Seleccionados
Junho de 2026 · 5 textos
Onde o Nome Aprende a Respirar
Setembro de 2026 · 1 texto
O Inquilino do Espelho
Setembro de 2026 · 1 texto










