Há lugares que nos enganam pela superfície. Chamamos-lhes vazios, estéreis, mortos — porque não sabemos ver o tempo que neles respira. Mas o deserto não é ausência: é contenção. Não é silêncio: é espera.
Nota editorial
Naturaleza del texto: Poema en prosa (fragmento).
Fuente: descripción editorial del libro en Amazon (texto del propio libro).
Texto reproducido sin cambios. Texto original en portugués.