Poemario
Poesia Zen
Vinte e Cinco Poemas em Prosa e Cento e Vinte e Cinco Sonetos Alexandrinos
mayo de 2026 · 3 textos · PortuguésPoesía, espiritualidad y meditación

Textos de este poemario
Este livro é uma travessia
Fragmento
Lectura crítica
Fragmento del comentario de «A Obra Comentada» (Sintra, julio de 2026): una lectura crítica de la obra, escrita en tercera persona (en portugués).
Poesia Zen é o livro formalmente mais rigoroso e mais original do eixo: vinte e cinco poemas em prosa, cada um seguido de cinco sonetos alexandrinos — cento e vinte e cinco sonetos ao todo —, que voltam ao mesmo motivo «de cinco modos diferentes, como cinco maneiras de olhar a mesma pedra». A nota do autor descreve o programa com exactidão: temas vindos da contemplação zen, «extrema economia de linguagem, imagens concretas, cortes súbitos como kireji do haiku», e a ambição de não explicar: «Não querem ser explicação. Querem ser dedo a apontar.» Os títulos das vinte e cinco estações compõem, só por si, um pequeno tratado de fenomenologia contemplativa: «O instante antes do pensamento nascer», «A impermanência de uma sombra ao entardecer», «A folha que cai sem testemunhas», «A mão que solta sem o saber», «O sino que continua a ressoar depois da pancada».
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