
EURONATO Política, Indústria e Guerra · Deel 2
2026 · 766 pagina’s

A Componente Política, Industrial e Militar da Europa no Âmbito Estratégico a Quinze Anos
A Componente Política, Industrial e Militar da Europa no Âmbito Estratégico a Quinze Anos
Elementos de Avaliação Financeira Nacional e Internacional , Parceiros Fora da Europa
Factores Decisivos para a Vitória sobre Trump e Putin
EURONATO — Política, Indústria e Guerra é um tratado sobre a condição estratégica da Europa no momento em que a garantia de segurança que a sustentou durante setenta e cinco anos deixou de ser uma constante e passou a ser uma variável. Não é um ensaio de opinião, nem um relatório de conjuntura, nem uma colectânea de recomendações de política pública.
— EURONATO Política, Indústria e Guerra — Deel 1
Oorspronkelijke tekst in het Portugees.
Bron: uitgeversbeschrijving van de editie in het Portugees (Amazon).
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É uma obra de referência construída para durar mais do que o ciclo noticioso que a motivou: trinta e dois capítulos organizados em oito partes, precedidos de uma introdução histórica e encerrados por uma conclusão prospectiva, que percorrem a ruptura da ordem atlântica, a doutrina política de uma componente europeia autónoma, a estratégia militar que essa componente exige, a política industrial que a torna possível, as capacidades decisivas que a materializam, a avaliação financeira que a condiciona, as parcerias extra-europeias que a alargam e, finalmente, os factores de vitória estratégica que justificam todo o edifício. O horizonte analítico é 2026-2041, e a data-limite da investigação que a sustenta é 12 de Setembro de 2026.
A obra dirige-se a quatro públicos que raramente lêem os mesmos textos e que aqui encontram um texto comum. Aos decisores políticos e militares europeus, que precisam de um mapa integrado em que a decisão orçamental, a decisão industrial e a decisão operacional apareçam ligadas em vez de tratadas em compartimentos. Aos investigadores e estudantes de estudos estratégicos, relações internacionais e economia da defesa, a quem se oferece um aparato de notas que permite refazer o percurso documental de cada afirmação. Aos quadros da indústria de defesa e da administração pública, que operam num quadro regulamentar europeu — SAFE, EDIP, EDF, mobilidade militar, matérias-primas críticas — cuja arquitectura se descreve aqui com o detalhe jurídico que ela exige e raramente recebe. E ao cidadão europeu informado, a quem se deve, num assunto que consumirá uma fracção significativa da riqueza do continente nos próximos quinze anos, uma exposição que não o trate como incapaz de suportar números, incertezas e objecções.
O método é o objecto do texto seguinte, que deve ser lido antes dos capítulos e não depois. Resume-se em três regras. A primeira é que nenhuma afirmação factual entra no corpo da obra sem constar do dossiê de investigação verificado do respectivo capítulo, elaborado a partir de fontes primárias institucionais, de séries quantitativas reconhecidas, de análise de institutos e de literatura revista por pares, com a imprensa de referência confinada ao papel de apoio factual. A segunda é que o estatuto epistémico de cada proposição é declarado no ponto em que ela é feita: facto documentado, projecção com pressupostos explícitos, ou juízo do autor. A terceira é que a distinção entre o que foi decidido, o que foi orçamentado, o que foi anunciado e o que foi executado atravessa toda a obra, porque é nessa distinção que se decide se a Europa está efectivamente a rearmar-se ou apenas a legislar sobre rearmamento.
Segue-se daqui um aviso de responsabilidade que o leitor deve tomar à letra. Esta obra defende uma tese — a de que a Europa pode e deve constituir uma capacidade de defesa autónoma e credível, capaz de neutralizar simultaneamente a coerção russa e a instabilidade da garantia americana — e não finge neutralidade quanto a ela. Defende-a, porém, submetendo-a em cada capítulo à objecção mais séria que lhe pode ser dirigida, e distinguindo em todo o texto o que está documentado do que é projectado e do que é apreciação do autor...
Editie in het Portugees:
EURONATO Política, Indústria e Guerra
742 pagina’sKindle en paperback

2026 · 766 pagina’s

2026 · 551 pagina’s

2026 · 608 pagina’s
