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Copertina del libro «O Atlântico em Chamas»

O Atlântico em Chamas

A Guerra EUA–Irão de 2026, a Europa na Encruzilhada e a Estratégia de Portugal

«O título O Atlântico em Chamas não é uma metáfora gratuita. O fogo que arde no Golfo Pérsico propaga-se pelas rotas marítimas, pelos mercados energéticos, pelas redes de alianças e pelos cabos de fibra óptica até às costas portuguesas»

Dal libro — citazione scelta in «A Obra Comentada»
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200 pagine
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ISBN 978-9403881607
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Estratto

Quando o Impensável se Torna Real

No dia 28 de Fevereiro de 2026, o mundo acordou para uma realidade que muitos analistas tinham previsto mas que poucos acreditavam verdadeiramente possível: os Estados Unidos da América e Israel lançaram uma ofensiva militar conjunta contra a República Islâmica do Irão. A operação, baptizada pelos americanos como Operação Fúria Épica e pelos israelitas como Operação Leão Rugidor, representou o maior confronto militar no Médio Oriente desde a invasão do Iraque em 2003 e alterou profundamente o equilíbrio geopolítico mundial.

Este livro nasceu da urgência de compreender.

— O Atlântico em Chamas

Testo originale in portoghese.

Nota editoriale

Fonte: descrizione editoriale dell’edizione in portoghese.

Il libro

Descrizione dell’edizione originale, in portoghese. Il testo prosegue dall’estratto.

Não apenas os factos — as explosões, os mísseis, os números de vítimas e os preços do petróleo — mas sobretudo as correntes profundas que conduziram a este momento: décadas de hostilidade entre Washington e Teerão, o fracasso das negociações nucleares, os protestos populares que abalaram o regime iraniano, e a convergência fatal de ambições políticas, cálculos eleitorais e pressões regionais que transformaram a retórica belicosa em acção militar.

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Lettura critica — «A Obra Comentada» (2026)

Lettura critica in terza persona, riprodotta da «A Obra Comentada», il catalogo commentato dell’opera pubblicato dall’autore stesso. Non si tratta di una recensione giornalistica.

Testo originale in portoghese.

O Atlântico em Chamas — A Guerra EUA–Irão de 2026, a Europa na Encruzilhada e a Estratégia de Portugal é o livro-matriz do ciclo de Ormuz: escrito em Sintra «enquanto a guerra entra na sua terceira semana», datado de 15 de Março de 2026, é a crónica estratégica a quente do cenário que os volumes irmãos depois teorizam, medem e historiam. A introdução — «Quando o Impensável se Torna Real» — fixa o ponto de partida: a 28 de Fevereiro de 2026, a ofensiva conjunta americano-israelita contra o Irão, «o maior confronto militar no Médio Oriente desde a invasão do Iraque em 2003». E fixa também o motor do livro: «Este livro nasceu da urgência de compreender. Não apenas os factos — as explosões, os mísseis, os números de vítimas e os preços do petróleo — mas sobretudo as correntes profundas que conduziram a este momento».

A estrutura é transparente e o autor anuncia-a com franqueza aritmética: cerca de dois terços do livro dedicam-se ao conflito — as raízes desde 1979, o colapso das negociações nucleares de Mascate e Roma, os protestos iranianos de 2025-2026, a mobilização militar, a operação inicial e a retaliação, o bloqueio de Ormuz e o choque energético, o alargamento ao Líbano e ao Golfo, a crise de liderança em Teerão e os cenários de resolução —; o terço final concentra-se «naquilo que mais nos importa: Portugal». Porque a tese distintiva do livro é essa: «este livro é, acima de tudo, sobre Portugal» — sobre a Base das Lajes de novo transformada em peça-chave do tabuleiro global pela decisão de apoiar a logística dos bombardeiros americanos, e sobre os dilemas de soberania, neutralidade e alinhamento atlântico que essa decisão reabriu. Capítulos adicionais sobre a diplomacia de bastidores de Omã e sobre a opinião pública portuguesa confirmam essa dupla escala, do Golfo ao eleitor de Lisboa. As epígrafes — Santayana e Clausewitz — e a dedicatória familiar («à memória do meu Pai e do meu Sogro, que me ensinaram que a liberdade se defende todos os dias») dão ao volume o tom mais pessoal de todo o eixo.

Os diálogos intelectuais são aqui menos académicos e mais operacionais — a AIE e o G7, a NATO, os relatórios de danos e fluxos energéticos —, coerentes com o género: não um tratado, mas um ensaio de situação com recomendações escalonadas no tempo para a resposta portuguesa. No conjunto da obra, O Atlântico em Chamas é a pedra fundadora do ciclo de 2026: Crise Energética Mundial prolonga-lhe o choque económico, O Controlo dos Estreitos dá-lhe a profundidade histórica, O Novo Risco Sistémico a teoria, O Pentágono em Crise o reverso institucional americano. E a justificação do título resume a tese sistémica que unifica todos eles: «O título O Atlântico em Chamas não é uma metáfora gratuita. O fogo que arde no Golfo Pérsico propaga-se pelas rotas marítimas, pelos mercados energéticos, pelas redes de alianças e pelos cabos de fibra óptica até às costas portuguesas».

Citazioni dal libro

  • «enquanto a guerra entra na sua terceira semana»

  • «Quando o Impensável se Torna Real»

  • «o maior confronto militar no Médio Oriente desde a invasão do Iraque em 2003»

  • «Este livro nasceu da urgência de compreender. Não apenas os factos — as explosões, os mísseis, os números de vítimas e os preços do petróleo — mas sobretudo as correntes profundas que conduziram a este momento»

  • «naquilo que mais nos importa: Portugal»

  • «este livro é, acima de tudo, sobre Portugal»

  • «à memória do meu Pai e do meu Sogro, que me ensinaram que a liberdade se defende todos os dias»

Fonte: «A Obra Comentada» (Sintra, Julho de 2026) — comentário crítico

Scheda tecnica

Genere
Saggio
Asse dell’opera
Strategia e geopolitica
Prima pubblicazione
Pagine
200 (edizione in portoghese)
Formati
E-book
Lingue
1 — portoghese
ISBN
978-9403881607
Editore
Chiado Books

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