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Copertina del libro «The Power of the Powerless»
Strategia e geopoliticaSaggioVolume 3

The Power of the Powerless, Volume 3

Emerging Theaters

«o conjunto organizado de capacidades pelas quais Estados, organizações pseudo-estatais ou actores não-estatais, tecnologicamente inferiores»

Dal libro — citazione scelta in «A Obra Comentada»
Pagine
458 pagine
ISBN
ISBN 979-8196288944
Prima pubblicazione
Formati
Kindle e copertina flessibile
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Estratto

Volume III is the volume of theatres and horizons. It opens with the partial collapse of liberal multilateralism — the slow erosion of the post-1945 institutional edifice — and then moves to the emerging theatres of the late 2020s: the Arctic and Antarctic, space, cyberspace, the open oceans and the strategic geography of submarine cables and LEO constellations. It examines the "Absolute Resolve 2026" exercise as a doctrinal artefact and a Venezuelan demonstration; it offers four scenarios for 2030, complete with early-warning indicators and robust strategy.

— The Power of the Powerless — Volume 3

Testo originale in inglese.

Nota editoriale

Fonte: descrizione editoriale dell’edizione in inglese (Amazon).

Il libro

Descrizione dell’edizione originale, in inglese. Il testo prosegue dall’estratto.

The closing apparatus consolidates the entire work: a strategic-terms glossary, a detailed chronology (2015–2030), comparative tables, an extended methodological note, the acronym list, the onomastic index, and the consolidated bibliography. This volume is the prospective horizon and the analytical reference point of the trilogy.

The reader who has followed Volumes I and II will find here the operational and prospective culmination of the argument. The reader who begins with Volume III will find a self-contained study of the new theatres of strategic competition and a complete analytical apparatus that allows independent return to the foundations.

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Lettura critica — «A Obra Comentada» (2026)

Lettura critica in terza persona, riprodotta da «A Obra Comentada», il catalogo commentato dell’opera pubblicato dall’autore stesso. Non si tratta di una recensione giornalistica.

Testo originale in portoghese.

O Poder dos que Não Têm Poder — Irão, Proliferação Assimétrica e a Nova Geopolítica 2026-2030 é o projecto de maior fôlego académico do eixo: o Volume II apresenta-se expressamente como «ensaio doutoral sobre dissuasão assimétrica, reengenharia institucional e teatros emergentes da competição entre grandes potências», e todo o conjunto — concebido como trilogia, de que se conhecem os dois primeiros volumes — adopta o aparato correspondente: nota metodológica preliminar, hipóteses de trabalho, desenho de investigação misto, tabelas quantitativas, glossário e bibliografia de fontes primárias da AIEA, do BIS, do CSIS e do Congressional Research Service.

A relação com Václav Havel, inscrita no título, é assumida e trabalhada, não meramente decorativa. O autor reconhece que Havel escrevia «sobre um contexto muito distinto: a dissidência cívica dos súbditos dos regimes pós-totalitários da Europa Central», e opera um deslocamento deliberado da expressão para a teoria estratégica: o poder dos que não têm poder passa a designar «o conjunto organizado de capacidades pelas quais Estados, organizações pseudo-estatais ou actores não-estatais, tecnologicamente inferiores», impõem custos proibitivos a potências muito superiores. Mas o fio havelinao regressa no fecho, agora em registo moral, quando o autor parafraseia o ensaio de 1978: «o poder dos que não têm poder reside em viver na verdade, em recusar a mentira institucionalizada». Entre estes dois pólos — o operacional e o ético — joga-se a originalidade do livro: a assimetria é estudada como técnica e interrogada como condição.

A tese central assenta numa tríade conceptual operatória — latência nuclear, negação assimétrica, ambiguidade estratégica — aplicada ao caso iraniano no interregno 2026-2030, sobre uma ontologia do poder em quatro estratos (produtivo, coercitivo, de negação, cognitivo) que dialoga criticamente com Morgenthau, Kissinger e Aron, com o soft power de Nye e Keohane e com o poder relacional-estrutural de Michael Mann e Susan Strange. O Volume I («A Arquitetura da Assimetria e o Tabuleiro Global») constrói os fundamentos e a genealogia da estratégia dos «fracos» — da Indochina ao Afeganistão soviético, do modelo Hezbollah ao laboratório ucraniano —, analisa o Eixo da Resistência, a economia iraniana sob sanções e a aritmética do breakout nuclear depois da operação Epic Fury, e alarga o foco às superpotências fatigadas e ao bloco BRICS+. O Volume II («A Execução Estratégica e a Ordem 2026-2030») desce ao terreno mais espinhoso: a arma radiológica e a arte do limiar psicológico — com estudos de caso de Goiânia a Litvinenko e Skripal —, a infra-estrutura da desdolarização (mBridge, «The Unit») e as projecções institucionais para 2030. As epígrafes fixam a linhagem: Sun Tzu, Tucídides no Diálogo de Melos, Waltz e Gilpin.

No conjunto da obra, este é o livro que dá profundidade teórica ao actor que os volumes narrativos do ciclo de Ormuz tratam como beligerante: onde O Atlântico em Chamas conta a guerra e a Crise Energética Mundial mede as suas ondas de choque, O Poder dos que Não Têm Poder pergunta porque é que um Estado cercado, sancionado e tecnologicamente inferior continua a ser capaz de negar a vitória ao mais poderoso exército da história. A resposta — paciente, documentada, por vezes desconfortável — é o contributo mais duradouro do díptico, e a dedicatória diz o resto: aos «que estudam a guerra na esperança de a evitar».

Citazioni dal libro

  • «ensaio doutoral sobre dissuasão assimétrica, reengenharia institucional e teatros emergentes da competição entre grandes potências»

  • «sobre um contexto muito distinto: a dissidência cívica dos súbditos dos regimes pós-totalitários da Europa Central»

  • «o poder dos que não têm poder reside em viver na verdade, em recusar a mentira institucionalizada»

  • «A Arquitetura da Assimetria e o Tabuleiro Global»

  • «A Execução Estratégica e a Ordem 2026-2030»

  • «que estudam a guerra na esperança de a evitar»

Altre espressioni citate dal libro

«fracos»«The Unit»

Fonte: «A Obra Comentada» (Sintra, Julho de 2026) — comentário crítico

Scheda tecnica

Genere
Saggio
Asse dell’opera
Strategia e geopolitica
Prima pubblicazione
Pagine
458 (edizione in inglese)
Formati
E-book Kindle · Libro cartaceo (copertina flessibile)
Lingue
1 — inglese
ISBN
979-8196288944

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