


Trump the Enemy of DemocracyTrump the Enemy of Democracy
Psychological, Political, and Social Profile
Psychological, Political, and Social Profile. A Critical Inquiry
„A liberdade existe apenas onde os homens agem em conjunto.”
- Liczba stron
- 592 strony
- ISBN
- ISBN 978-9403892825
- Pierwsze wydanie
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- E-book
- Wydawnictwo
- Chiado Books
- Liczba stron
- 554 strony
- ISBN
- ISBN 979-8195806460
- Data wydania
- Formaty
- Kindle i miękka oprawa
Fragment
Escrevo estas linhas na primavera de 2026, num momento em que a democracia americana atravessa a sua mais grave crise institucional desde a Guerra Civil. Donald J. Trump iniciou em Janeiro de 2025 o seu segundo mandato presidencial e, ao longo dos primeiros dezasseis meses, executou — com método e sem disfarce — boa parte do programa que o documento Mandate for Leadership (vulgo Projecto 2025) havia delineado em 2023.
— Trump the Enemy of Democracy
Tekst oryginalny w języku: portugalski.
Nota redakcyjna
Źródło: opis wydawniczy wydania w języku: portugalski.
O książce
Opis z wydania oryginalnego, w języku: portugalski. Tekst stanowi ciąg dalszy przytoczonego fragmentu.
A purga do funcionalismo público de carreira, a militarização das fronteiras, a confrontação com tribunais federais, a reorganização punitiva do Departamento de Justiça, a guerra tarifária generalizada, a retirada efectiva da NATO em tudo menos no nome, o desmantelamento dos programas de assistência à Ucrânia e a normalização de relações com regimes autocráticos — tudo isto deixou de ser hipótese de pesadelo e passou a ser quotidiano constatável.
Não escrevo, portanto, sobre uma ameaça. Escrevo sobre uma realidade já em curso. E escrevo enquanto cidadão português e europeu, consciente de que aquilo que ocorre na maior democracia do mundo não é matéria estrangeira, mas problema doméstico. Portugal vive hoje, como toda a União Europeia, sob o impacto directo das opções
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Trump the Enemy of Democracy
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Trump o Inimigo da DemocraciaWydanie Chiado Books
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Lektura krytyczna — „A Obra Comentada” (2026)
Tekst oryginalny w języku portugalskim.
Se O Desruptor analisa o fenómeno, este livro analisa o homem — e fá-lo com um dispositivo metodológico invulgar no ensaísmo político português: a articulação sistemática de psicanálise, ciência política e sociologia, na tradição inaugurada por Adorno e a Escola de Frankfurt com The Authoritarian Personality. A tese é «simultaneamente simples e desconfortável»: Trump é o inimigo da democracia americana, e por extensão da democracia liberal global, «não como insulto, mas como categoria analítica» — porque não chega ao poder por golpe militar, mas eleito; não suspende a Constituição, mas explora-lhe os silêncios; não fecha jornais, mas deslegitima-os. É a destruição democrática operada por meios formalmente democráticos, no padrão que Levitsky e Ziblatt descreveram em How Democracies Die. E a tese é dupla: Trump é causa, mas é também sintoma — e é sobre as patologias que o produziram que «outras figuras, eventualmente mais competentes e portanto mais perigosas, se erguerão amanhã».
O ponto de partida heurístico é original: a longa entrevista de Tucker Carlson à New York Times Magazine, em Maio de 2026, lida como espelho das fissuras internas do bloco MAGA. A estrutura desenvolve-se num arco que vai do indivíduo à colectividade: a Parte I («O Homem») aplica ao caso Trump o conceito de narcisismo maligno de Otto Kernberg, o testemunho clinicamente informado de Mary Trump e o trabalho colectivo organizado por Bandy Lee — com uma discussão cuidadosa da Goldwater Rule e dos limites éticos do diagnóstico à distância, que o autor resolve distinguindo diagnóstico clínico de dever de alerta público. A Parte II («O Político») mobiliza Müller, Mudde, Mounk, Levitsky e Way para situar Trump na taxonomia do autoritarismo competitivo; a Parte III («A Sociedade») convoca Hochschild, Putnam, Whitehead e Perry, Benkler e Jason Stanley para explicar o solo do trumpismo. Seguem-se partes documentais de fôlego — a «conexão russa» de quarenta anos, de Ivana ao circuito Manafort-Kilimnik e ao relatório Mueller; a blindagem jurídica, dos 4.000 processos ao acórdão Trump v. United States; o colapso atlântico de 2025-2026, da guerra do Irão aos beneficiários do caos — antes da síntese crítica, que compara Trump com Berlusconi, Orbán, Bolsonaro e Erdoğan.
A conclusão, escrita em Maio de 2026, esboça três cenários para 2028 — continuação Trump, sucessão MAGA (com J. D. Vance como herdeiro provável), restauração democrática — e encerra com uma mensagem dupla ao leitor português: vigilância, porque «o populismo autoritário de direita já chegou cá, e cresce»; e participação, porque «a vigilância sem acção é estéril». A citação final é de Hannah Arendt: «A liberdade existe apenas onde os homens agem em conjunto.» No conjunto da obra, este é o volume mais interdisciplinar do eixo e o que mais directamente prepara o leitor para o livro seguinte: o estudo do caso americano como gramática universal do autoritarismo competitivo, que a Crise da Direita Democrática aplicará ao caso português.
Cytaty z książki
„outras figuras, eventualmente mais competentes e portanto mais perigosas, se erguerão amanhã”
„não como insulto, mas como categoria analítica”
„o populismo autoritário de direita já chegou cá, e cresce”
„a vigilância sem acção é estéril”
Inne cytowane wyrażenia z książki
„simultaneamente simples e desconfortável”„O Homem”„O Político”„A Sociedade”„conexão russa”
Źródło: «A Obra Comentada» (Sintra, Julho de 2026) — comentário crítico
Dane książki
- Gatunek
- Esej
- Oś twórczości
- Demokracja, populizm i postprawda
- Pierwsze wydanie
- Liczba stron
- 592 (wydanie w języku: portugalski)
- Formaty
- E-book · Książka drukowana (miękka oprawa)
- Języki
- 2 — portugalski i angielski
- ISBN
- 978-9403892825
- Wydawnictwo
- Chiado Books
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