Otteet
85 otetta 74 teoksesta
Kirjojen alkuja, mottoja ja katkelmia – sanatarkkaa tekstiä, kukin linkitettynä kirjaansa.
Akseli I: Strategia ja geopolitiikka
25 otetta
O caos chega à vida quotidiana muito antes de receber um nome nos livros de História. Aparece numa factura de transporte, no preço de um alimento, no adiamento de uma contratação ou na inquietação de quem acompanha uma guerra sem saber se ela terminará amanhã ou alastrará na semana seguinte. A distância entre uma decisão presidencial e a mesa de uma família é hoje percorrida por navios, contratos, redes financeiras e expectativas. A política internacional deixou há muito de ser um assunto reservado a diplomatas; decide parte das condições em que todos trabalham, compram, poupam e imaginam o futuro. Donald Trump não criou sozinho as contradições deste mundo.
teoksesta Trump — O Caos no Mundo1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Manual de Preparação para Crises e Conflitos - Um guia prático e sério para cidadãos portugueses, europeus e britânicos enfrentarem um futuro incerto. Porquê este livro? Numa segunda-feira de Primavera, 28 de Abril de 2025, às 11h33 (12h33 em Espanha), todo o sistema eléctrico da Península Ibérica foi abaixo em poucos segundos.
teoksesta Resiliência em Tempos de Incerteza1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro nasceu de uma pergunta que durante muito tempo não consegui responder de modo que me satisfizesse, e que me foi feita, em versões diferentes, por pessoas sem qualquer relação profissional com a defesa: estamos, ou não estamos, em guerra? Quem a formula desconfia da própria pergunta. Suspeita que é exagerada e suspeita, ao mesmo tempo, que é tardia. Essa hesitação não é ignorância. É uma percepção correcta de que a linguagem disponível deixou de servir. Temos palavras para a paz e temos palavras para a guerra, e aquilo que a Europa atravessa desde 2014, com intensidade crescente depois de Fevereiro de 2022, não cabe confortavelmente em nenhuma delas.
teoksesta A Guerra Antes da Guerra1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A 23 de Julho de 2026, dois dias antes de este livro fechar, a Agência Internacional da Energia Atómica publicou mais um comunicado sobre a situação nuclear na Ucrânia. Tinha o número 359.[1] O texto é breve, técnico e desprovido de adjectivos, como todos os anteriores: descreve o estado das ligações eléctricas, a rotação da equipa de peritos, os sons de actividade militar ouvidos pelos observadores. Não é um documento dramático. É um documento contabilístico. Foi o número que me deteve.
teoksesta Quando o Poder Vacila1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Israel, Grécia, Curdos, Turquia, Irão e a Geometria do Improvável no Mediterrâneo Oriental Há livros que se escrevem para responder a uma pergunta. Outros, para confessar que a pergunta original era a errada. Este, na sua segunda vida, pertence à segunda família.
teoksesta A Antítese da História1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
No final de Fevereiro de 2026, o mundo assistiu, com estupefação e apreensão, ao início de uma nova guerra no Médio Oriente. A operação conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, designada «Fúria Épica», lançada a 28 de Fevereiro, alterou radicalmente o tabuleiro geopolítico mundial e colocou Portugal perante desafios que, há poucos meses, pareciam meramente teóricos.
teoksesta Portugal perante a Guerra no Irão e o Futuro da Defesa Nacional1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Näytä 19 otetta lisääNäytä vähemmän
Este é o segundo e último volume de «Vencer é só metade da vitória. Convencer não é derrota de ninguém». As Partes I a III — o Prólogo, «A Ilusão da Vitória», «O Poder de Convencer» e «Guerra, Estratégia e Narrativa» — constam do Volume I. O presente volume retoma o argumento onde aquele o deixou, levando a tese ao mundo contemporâneo da técnica, ao interior da alma humana e, por fim, à interrogação sobre o futuro possível, antes de o encerrar no Epílogo e na Conclusão. Houve um tempo em que o oráculo era um lugar. Ia-se a Delfos como se sobe a uma montanha: com esforço, com oferendas, com a consciência de que a resposta seria ambígua e teria de ser interpretada.
teoksesta Vencer é só Metade da Vitória — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A Ilusão da Vitória · O Poder de Convencer · Guerra, Estratégia e Narrativa (Prólogo e aparato crítico) Este livro nasce de uma frase e de uma inquietação. A frase está na capa; a inquietação está em toda a parte: num mundo outra vez habituado a resolver pela força o que devia resolver pela razão, em guerras político-militares e religiosas que consomem gerações sem convencer ninguém, na lama em que o debate público se deixou atolar. Este ensaio pretende ser uma pedra atirada a esse charco — não para sujar mais, mas para agitar a água parada e lembrar que existe outra margem, e que se chega lá juntos ou não se chega. O método é simples e é declarado desde já.
teoksesta Vencer é só Metade da Vitória — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este tratado examina, de forma integrada e em profundidade, o problema da saturação dos sistemas de defesa aérea multicamada por ataques massivos de veículos aéreos não tripulados (UAV), munições vagueantes e salvas mistas. A tese central é que a saturação constitui um fenómeno sistémico e emergente: não resulta da baixa eficácia de cada interceção, mas da relação entre o fluxo de ameaças e a capacidade agregada de aquisição, decisão e empenhamento da defesa. Quando essa carga se aproxima de um limiar crítico, a eficácia colapsa de modo abrupto e não linear — uma transição de regime análoga a uma transição de fase. A obra articula três planos.
teoksesta A Aritmética da Saturação1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
O conceito que faltava: da ameaça à meta-ameaça . Há palavras que chegam tarde aos debates que delas precisavam. Durante mais de uma década, o Ocidente discutiu a China e a Rússia como se fossem dois problemas distintos, geridos por burocracias distintas, com orçamentos distintos e, sobretudo, com quadros mentais distintos. A Rússia era o dossier dos generais e dos especialistas em dissuasão nuclear; a China, o dossier dos economistas, dos reguladores tecnológicos e dos diplomatas do comércio.
teoksesta A Meta-Ameaça Sino-Russa1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Em fevereiro de 2022, quando as colunas blindadas russas avançaram sobre Kiev, muitos observadores acreditaram que seriam poucas semanas a testemunhar o fim do Estado ucraniano tal como o conhecíamos. Quatro anos depois, em junho de 2026, esse cálculo revelou-se não apenas errado, mas profundamente revelador das ilusões estratégicas que tinham acumulado nas margens da política europeia desde o fim da Guerra Fria. A guerra que Putin ordenou para durar dias tornou-se o conflito mais longo e destrutivo que o continente europeu conhece desde 1945, e não há sinal de que o seu desfecho esteja próximo — pelo menos não nos termos que qualquer das partes inicialmente imaginou.
teoksesta A Guerra da Ucrânia em 20261 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
to de Ormuz e nos territórios adjacentes do Levante mediterrânico, não pode ser entendido isoladamente. As suas consequências reais — energéticas, financeiras, jurídicas, militares — propagam-se ao longo de cadeias de interdependência que ligam o Golfo Pérsico ao estreito de Formosa, Beirute a Taipé, Teerão a Pequim e Moscovo, Telavive a Washington, Bruxelas a Berlim e Lisboa. A urgência é a de que, em Maio de 2026, quando estas linhas se escrevem, o sistema internacional encontra-se num momento de transformação acelerada cuja gravidade e cuja imprevisibilidade exigem ferramentas analíticas renovadas e um vocabulário capaz de captar a sua especificidade.
teoksesta O Novo Risco Sistémico1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A quinta parte do manual encerra o ciclo analítico iniciado nos fundamentos do poder, percorrido pela guerra e pela estratégia, ancorado nos espaços geopolíticos e prolongado pelas alianças, ordens e competições. Aqui passamos do mundo tal como ele é para o mundo tal como pode vir a ser, e sobretudo para o mundo tal como deve ser preparado.
teoksesta Manual da Geopolítica Global — Osa 31 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
PERSPECTIVAS DE FUTURO 2026-2050 — ESPAÇOS MARÍTIMOS E POLARES A geopolítica do segundo quartel do século XXI organiza-se em torno de eixos que, durante grande parte da Guerra Fria e da curta unipolaridade que se lhe seguiu, foram tratados como pano de fundo. Os oceanos, as massas geladas dos polos, os mares fechados e semi-fechados, as ilhas estratégicas e as plataformas continentais alargadas ocupavam, no imaginário estratégico, o estatuto de teatros secundários, subordinados às disputas continentais. Essa hierarquia inverteu-se.
teoksesta Manual da Geopolítica Global — Osa 41 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A geopolítica não é exercício abstracto. Realiza-se em territórios concretos, com geografias específicas, populações finitas, recursos contados e memórias longas. Esta Parte III propõe uma cartografia analítica dos vinte espaços geopolíticos que, no horizonte 2026-2050, concentrarão a maior densidade de competição estratégica, risco de conflito armado e reconfiguração de equilíbrios. A escolha não é neutra: privilegia teatros onde se cruzam capacidades militares de primeira ordem, recursos críticos, fluxos comerciais essenciais e linhas de fractura ideológicas. A análise combina dados estruturais, leitura de doutrinas oficiais e construção de cenários até meados do século.
teoksesta Manual da Geopolítica Global — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Por que razão se escreve esta obra Esta obra nasce de uma constatação inquietante. A produção em língua portuguesa sobre geopolítica e estratégia, embora tenha conhecido nos últimos anos um progresso notável, em particular através do Instituto da Defesa Nacional, do Instituto Universitário Militar, da Coleção ARES, da revista Nação e Defesa, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, da EuroDefense Portugal, das publicações da FUNAG e da Escola Superior de Defesa do Brasil, continua dispersa, fragmentada e dirigida a públicos especializados.
teoksesta Manual da Geopolítica Global — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro nasceu da constatação de que o sistema internacional contemporâneo opera num contexto de transição estrutural cujas consequências ninguém consegue antecipar completamente, mas cujas probabilidades podemos explorar através de análise rigorosa e de pensamento cenário. O desencadeamento de conflito directo entre Estados Unidos e Israel contra Irão em Fevereiro de 2026 representaria um ponto de inflexão nas dinâmicas geopolíticas globais que reverberaria através de múltiplas dimensões: militar, energética, económica, financeira e humanitária.
teoksesta Crise Energética Mundial1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Vivemos a fase mais perigosa do sistema internacional desde a queda do Muro de Berlim. Já não existe o conforto do mundo unipolar, nem a esperança de uma globalização tranquila a coser as diferenças. O que regressou foi a competição entre grandes potências, e regressou armada de tecnologia, finanças, narrativa e cálculo militar. No centro dessa competição está uma ilha de vinte e três milhões de habitantes que produz a maioria dos semicondutores avançados de que o mundo depende. Taiwan deixou de ser um problema bilateral entre Pequim e Taipé para se transformar no nó decisivo da arquitectura global de poder. Este livro propõe uma leitura desse jogo.
teoksesta O Jogo das Máscaras — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este segundo volume retoma o argumento onde o primeiro o deixou. Depois de termos exposto, no Volume I, a transformação da ordem mundial, a máquina de poder e a Belt and Road, entramos agora no conflito invisível, no choque global, na arquitectura financeira americana e chinesa, na corrida da inteligência artificial, no Médio Oriente reconfigurado e na América Latina como campo de batalha hemisférico. Os capítulos 7 a 12 mantêm a estrutura analítica original — guerra híbrida, cenários de crise, posição da Rússia, economia e semicondutores, direito internacional e narrativa, futuro da ordem.
teoksesta O Jogo das Máscaras — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Volume III is the volume of theatres and horizons. It opens with the partial collapse of liberal multilateralism — the slow erosion of the post-1945 institutional edifice — and then moves to the emerging theatres of the late 2020s: the Arctic and Antarctic, space, cyberspace, the open oceans and the strategic geography of submarine cables and LEO constellations. It examines the "Absolute Resolve 2026" exercise as a doctrinal artefact and a Venezuelan demonstration; it offers four scenarios for 2030, complete with early-warning indicators and robust strategy.
teoksesta The Power of the Powerless — Osa 31 (viite 1)
Tekstin alkukieli: englanti
O Crepúsculo do Leviatã e a Anatomia da Ruptura A imagem que ilustra a capa deste livro não é apenas uma escolha estética; é um diagnóstico precoce de uma falência múltipla de órgãos institucionais. O edifício do Pentágono, outrora símbolo da invulnerabilidade e da ordem hegemónica, surge fendido por fissuras que não parecem resultado de um impacto externo, mas de uma pressão tectónica vinda de dentro. Sob um céu de chumbo e uma chuva que lava a distinção entre o público e o privado, a bandeira norte-americana desvanece-se, enquanto o símbolo da NATO, outrora o pilar da estabilidade europeia, aparece confinado a uma janela, como um espectador impotente da sua própria obsolescência.
teoksesta O Pentágono em Crise1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A Soberania como Problema Fundamental da Ordem Contemporânea A soberania é, sem qualquer exagero, o conceito fundamental que estrutura toda a compreensão das relações internacionais no mundo moderno. Desde o nascimento do sistema estatal westfaliano em 1648 até ao presente, a questão essencial de "quem manda" dentro de um território definido continua a ser a pergunta mais importante da política internacional — e simultaneamente a mais contestada.
teoksesta A Bíblia do Conflito Latente1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro nasceu de uma constatação simples mas profunda: a guerra, tal como a conhecemos dos livros de história e dos notíciários, está a mudar radicalmente. As imagens de tanques a avançar, de bombardeamentos massivos e de trincheiras, embora ainda relevantes em certos conflitos, representam cada vez menos a totalidade da guerra contemporânea. O século XXI trouxe consigo uma revolução estratégica que muitos ainda não compreenderam plenamente. A guerra tornou-se, em grande medida, invisível. Trava-se no espectro electromagnético, nas redes informáticas, nos satélites em órbita, nos algoritmos de inteligência artificial e nas percepções das populações.
teoksesta Guerra Moderna1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro nasceu de uma urgência histórica que não pode ser ignorada. No dia 28 de Fevereiro de 2026, o mundo assistiu a um momento de viragem com proporções que ainda estão a ser compreendidas em toda a sua dimensão. Os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva massiva contra o Irão, uma operação que ficaria conhecida como Operação Epic Fury, desencadeando uma cascata de consequências que afectam hoje não apenas o Médio Oriente, mas toda a economia global e a estabilidade internacional. A morte do Supremo Líder Khamenei numa operação de decapitação contra o regime iraniano marcou um ponto de inflexão geopolítico sem precedentes no século XXI.
teoksesta O Fogo que Trump Acendeu1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Quando o Impensável se Torna Real No dia 28 de Fevereiro de 2026, o mundo acordou para uma realidade que muitos analistas tinham previsto mas que poucos acreditavam verdadeiramente possível: os Estados Unidos da América e Israel lançaram uma ofensiva militar conjunta contra a República Islâmica do Irão. A operação, baptizada pelos americanos como Operação Fúria Épica e pelos israelitas como Operação Leão Rugidor, representou o maior confronto militar no Médio Oriente desde a invasão do Iraque em 2003 e alterou profundamente o equilíbrio geopolítico mundial. Este livro nasceu da urgência de compreender.
teoksesta O Atlântico em Chamas1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Akseli II: Kyberpuolustus ja kvanttiaika
3 otetta
Há mais de três décadas que me preocupo com a segurança da informação. Comecei numa época em que a disciplina nem sequer tinha esse nome: chamávamos-lhe «segurança informática» e ela resumia-se, no essencial, a antivírus, palavras-passe e uma firewall na fronteira da rede. O inimigo estava lá fora — era um adolescente curioso, um criminoso oportunista, mais tarde um grupo organizado ou um Estado. A nossa missão era clara: construir o muro mais alto possível e vigiar o portão. Demorei anos a aceitar aquilo que hoje considero a verdade mais incómoda da minha profissão: a maioria dos danos graves que testemunhei ao longo da carreira não veio de fora. Veio de dentro.
teoksesta Ameaça Interna1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro nasce de uma convicção que se tornou progressivamente mais clara ao longo dos últimos cinco anos: a guerra cibernética está prestes a sofrer a mais profunda transformação da sua história curta, e essa transformação tem nome — computação quântica. O leitor que tenha em mãos esta obra encontra-se, talvez sem saber, num momento histórico singular. Por trás da aparente continuidade da ciber-segurança — os mesmos protocolos, as mesmas certificações, os mesmos vocabulários — desenvolve-se silenciosamente uma revolução que reescreverá, dentro de menos de uma década, as regras fundamentais do conflito digital.
teoksesta Cyberwar Quântica1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A próxima década configurará uma transformação estrutural da cibersegurança global. A maturação progressiva dos computadores quânticos com capacidade criptanalítica relevante — designados na literatura técnica internacional como Cryptographically Relevant Quantum Computers (CRQC) — comprometerá, ao longo do horizonte 2030-2040, a integridade matemática dos algoritmos de chave pública que sustentam hoje a confidencialidade, a autenticidade e a integridade das comunicações digitais. A ameaça é simultaneamente técnica, estratégica, regulatória e civilizacional.
teoksesta Manual de Cibersegurança Quântica1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Akseli III: Eurooppa, Portugali ja poliittinen taloustiede
10 otetta
A Componente Política, Industrial e Militar da Europa no Âmbito Estratégico a Quinze Anos Elementos de Avaliação Financeira Nacional e Internacional , Parceiros Fora da Europa Factores Decisivos para a Vitória sobre Trump e Putin EURONATO — Política, Indústria e Guerra é um tratado sobre a condição estratégica da Europa no momento em que a garantia de segurança que a sustentou durante setenta e cinco anos deixou de ser uma constante e passou a ser uma variável. Não é um ensaio de opinião, nem um relatório de conjuntura, nem uma colectânea de recomendações de política pública.
teoksesta EURONATO Política, Indústria e Guerra — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Alemanha: a Zeitenwende e o teste da execução. Nenhum enunciado político europeu da última década foi tão citado, e tão pouco examinado no seu cumprimento, como o discurso de Olaf Scholz no Bundestag a 27 de Fevereiro de 2022. A palavra Zeitenwende — mudança de época — entrou no vocabulário estratégico europeu como sinónimo de ruptura, e passou a ser invocada tanto por quem quer demonstrar que a Europa mudou como por quem quer demonstrar que não mudou o suficiente. Este capítulo trata a Alemanha como problema de execução e não como problema de intenção.
teoksesta Europa em Pressão — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Há eleições que se noticiam e há eleições que se estudam. A eleição do Presidente da República Francesa, cujas duas voltas foram fixadas para domingo, 18 de Abril, e domingo, 2 de Maio de 2027 [1], pertence à segunda categoria, e pertence-lhe por razões que nada devem ao interesse dramático da campanha. Deve-as à concentração de recursos estratégicos que o cargo em disputa comanda.
teoksesta Abril de 2027 — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Volume II - Resposta: resiliência, longo prazo e aparato documental A Parte IV muda de registo. As Partes I a III descreveram, explicaram e projectaram; esta prescreve. Prescrever impõe uma disciplina que o resto da obra não exigia: cada recomendação tem de nomear o instrumento jurídico concreto, a base legal que o suporta, o actor competente para o adoptar, o prazo realista em que é executável e o obstáculo que previsivelmente encontrará. Uma recomendação que não faça as cinco coisas não é uma recomendação — é uma opinião, e as opiniões não sobrevivem a um Conselho.
teoksesta Abril de 2027 — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro existe porque o debate europeu sobre segurança produz, desde 2022, um volume documental sem precedentes e uma acumulação de conhecimento muito inferior a esse volume. Publicam-se declarações de cimeira, livros brancos, roteiros, regulamentos, pacotes de sanções e relatórios de institutos a um ritmo que nenhum leitor não profissional consegue acompanhar, e a consequência não é uma opinião pública mais informada: é uma opinião pública que retém três ou quatro números soltos — cinco por cento, oitocentos mil milhões, cento e cinquenta mil milhões — sem saber o que cada um mede, quem se obrigou a quê, em que prazo e com que mecanismo de verificação.
teoksesta Europa em Pressão — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Documento de reflexão estratégica para os cidadãos dos Paises membros da NATO — Julho de 2026 A Europa enfrenta, na actualidade, um desafio estratégico de largo espectro: a necessidade de construir uma capacidade de defesa multidimensional, capaz de responder a ameaças convencionais, nucleares, cibernéticas, espaciais, químicas, biológicas e de inteligência artificial, com mobilização rápida, vectores próprios e indústria escalável. Esse desafio é multidimensional porque se manifesta, em simultâneo, em cinco planos que se reforçam mutuamente e cuja soma é superior à das partes.
teoksesta Tratado sobre a Defesa Estratégica Multidimensional da Europa1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Näytä 4 otetta lisääNäytä vähemmän
O regresso da guerra à política europeia Às primeiras horas de 24 de Fevereiro de 2022, quando as colunas blindadas russas atravessaram a fronteira ucraniana e os mísseis de cruzeiro caíram sobre Kiev, Carcóvia e dezenas de outras localidades, encerrou-se uma época da história europeia que muitos haviam julgado definitivamente arrumada. Durante mais de três décadas, a Europa Ocidental organizara a sua vida política, económica e estratégica em torno de um pressuposto raramente submetido a exame: o de que a guerra interestatal de larga escala, a guerra de conquista territorial conduzida por exércitos convencionais contra outro Estado soberano, pertencia ao passado do continente.
teoksesta Geopolítica Mundial, Autonomia Estratégica1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
«Bíblia do Ambiente — Cuidar do Nosso Lar Comum, a Terra» é uma obra de fundo, híbrida no seu objeto: tem a Terra como centro e integra, de forma original, a pegada ambiental da era digital — a energia e a água dos centros de dados, a inteligência artificial e a geopolítica dos minerais críticos. Foi escrita de raiz, em português de Portugal e em norma APA 7, sem qualquer cópia das fontes, que serviram apenas de matéria-prima informativa e foram reescritas por palavras próprias. A obra organiza-se em preliminares, introdução geral, seis partes temáticas com vinte e sete capítulos, conclusão geral e um aparato crítico final — bibliografia, glossário e índice remissivo.
teoksesta A Bíblia do Ambiente1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Um novo contrato para a dignidade humana O paradoxo do nosso tempo Nunca a humanidade foi tão rica. Nunca dispôs de tanta ciência, de tanta técnica, de tanta capacidade instalada para alimentar, curar, educar e abrigar cada um dos seus membros. E, no entanto, nunca a distância entre o que podemos e o que fazemos foi tão escandalosa, tão documentada, tão impossível de ignorar. Este livro nasce dessa ferida: a consciência de que vivemos no interior de um paradoxo que já não é apenas moral, mas estatístico, mensurável, certificado pelas instituições mais sóbrias do sistema internacional.
teoksesta A Economia da Dignidade1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Portugal and the European Union in the Face of the Tragedy of Trump's Mistakes Treaty on Political, Economic, Financial, Trade, Social, and Military Strategy Treaty for the Decade 2026–2036 From Lucid Diagnosis to Operational Strategy — The Decade 2026–2036 Volume II of Lucid Hope takes up where Volume I closed. Volume I described the conditions; Volume II proposes a programme. The change of register is significant. A diagnosis can be careful and, in a sense, relatively safe: it describes what already exists and asks the reader to accept it.
teoksesta Lucid Hope — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: englanti
Akseli IV: Demokratia, populismi ja jälkitotuus
12 otetta
A pergunta que este livro faz 1. Uma legislatura que não é apenas uma legislatura Há legislaturas que administram o país e legislaturas que o redefinem. As primeiras gerem orçamentos, corrigem trajectórias, substituem ministros e deixam atrás de si um arquivo técnico que só os especialistas voltarão a abrir. As segundas alteram as regras segundo as quais os orçamentos futuros serão feitos, redistribuem permanentemente o risco entre o Estado, o mercado e as famílias, e transferem para gerações que ainda não votaram o encargo de decisões que estas não puderam discutir. A distinção não é de grau: é de natureza.
teoksesta A Grande Reconfiguração da Direita Portuguesa — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A POLÍTICA DO MEDO E DO RESSENTIMENTO A Parte IV estabeleceu a incidência material das propostas em confronto. Daí resulta a pergunta que organiza esta quinta parte: por que razão um programa cujos beneficiários directos são identificáveis e minoritários obtém a adesão de eleitorados que dele não beneficiam. A pergunta só se pode formular com precisão depois de a aritmética estar feita — antes disso, não se sabe quem beneficia — e nenhuma resposta que passe pela irracionalidade dos eleitores merece ser escrita. É a pergunta central da economia política democrática desde que existe sufrágio universal.
teoksesta A Grande Reconfiguração da Direita Portuguesa — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A noite em que o muro ficou a três lugares de cair . Há noites eleitorais em que o resultado apenas confirma o que os inquéritos já tinham antecipado, os comentadores reptem as fórmulas ensaiadas na véspera e a cidade adormece à hora do costume. E há noites em que um número, mal aparece no ecrã, deixa de pertencer à contabilidade e passa a pertencer à história política de um país. A noite de domingo, 6 de Setembro de 2026, em Magdeburgo, foi da segunda espécie.. Convém, antes de qualquer imagem, separar aquilo que está documentado daquilo que é reconstrução.
teoksesta À Beira de 1936 ?1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Fui menino num país onde se aprendia a baixar a voz antes de aprender a ler. Havia um mapa na parede da escola, um retrato por cima do quadro e uma regra que ninguém escrevia porque toda a gente sabia: não se pergunta. Depois abriu-se uma janela, em Abril, e eu estava lá, e vi gente adulta a rir na rua sem olhar para trás. Nunca mais me esqueci daquele riso: é de lá que vem o livro, e é de lá que vem esta peça.
teoksesta O Circo dos Fachos, nota do autor (prosa autobiográfica)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Primeiro escrevi os poemas. Dizem o que dói e dizem-no de frente, e têm essa honestidade e essa limitação: quem concorda comove-se, quem não concorda fecha o livro. Faltava-me a outra ferramenta, a que entra pela porta do riso — a única que ninguém guarda, porque nenhum regime conseguiu ainda pôr um polícia à porta de uma gargalhada. A sátira é a forma certa não por ser mais suave, mas por ser mais dura de aguentar: obriga o retratado a escolher entre negar e reconhecer-se, e as duas lhe ficam mal.
teoksesta O Circo dos Fachos, nota do autor (prosa)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro parte de uma convicção política inequívoca: o Serviço Nacional de Saúde é uma das instituições centrais da democracia portuguesa e a sua defesa exige mais do que nostalgia, celebração ou apelos genéricos à “eficiência”. Exige investigação histórica, capacidade de identificar interesses em conflito, avaliação dos efeitos distributivos das decisões públicas e coragem para dizer, com clareza, quando uma política reduz a capacidade do Estado de cumprir o direito à proteção da saúde. A opção crítica desta obra não significa abandonar o método. Pelo contrário. Quanto mais forte for a acusação política, maior deve ser a exigência probatória. Por isso, o texto distingue quatro planos.
teoksesta O Meu SNS1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Näytä 6 otetta lisääNäytä vähemmän
Tudo o que se descreveu até aqui — um inquérito de doze anos, uma prisão preventiva de onze meses, uma acusação que se desfez na instrução e voltou a montar-se em recurso, um juiz de instrução investigado pelo Ministério Público que ele contrariara — poderia ler-se como uma sucessão de acidentes portugueses. Seria uma leitura consoladora e falsa.
teoksesta O Processo Marquês e o Colapso das Garantias — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro nasce do espanto e da indignação. Do espanto perante a roda que nunca se cansa de girar, trazendo do fundo do tempo as mesmas máscaras vestidas de gente nova; e da indignação por ver, à beira da pista, multidões a correr sob a poeira que a carroça enferrujada faz subir das pedras antigas. Os fachos — chamemos-lhes assim, sem rodeios, como lhes chamou o povo no canto duro do GAC — não são personagens de circo apenas: são o circo todo, com a sua estátua de trapos no centro e a sua assistência seleccionada de damas e devotos. Contra eles se ergueram os versos antigos de Ary, de Manuel Alegre, de José Gomes Ferreira, de Sophia, de Manuel da Fonseca; e contra eles se erguem ainda, hoje, os versos modestos que aqui se oferecem. Dez poemas em prosa abrem a porta da praça. Sessenta sonetos, em decassílabos heróicos, atravessam-na em seis ciclos: a carroça do medo, os quatro demónios, as máscaras e os capachos, a memória de Abril, a resistência do povo e a aurora que há de voltar. Não há aqui profecia: há apenas o gesto antigo de quem se recusa a bater palmas ao espectáculo do ódio. - Hermínio Cerqueira . Sintra 2026
teoksesta Circo dos Fachos, nota de abertura assinada pelo autor (prosa)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A poeira sobe da pista quando a carroça enferrujada irrompe na praça antiga. Trazem-na bois de vidro, mas dentro arde uma caldeira de mentiras. O fumo tem nome: Medo. O ferro tem nome: Histeria. O bronze rachado tem nome: Divisão. E nos rebites soltos sussurra a quarta peça — Mentiras, sempre Mentiras, mãe e filha de si mesmas, parindo-se em ciclo perfeito como as serpentes que mordem a própria cauda. Saltam para o estrado três bonecos vestidos de gente. Sorriem como espelhos rachados. Acenam com mãos compradas em saldo. Por baixo do verniz, vê-se a madeira podre. Por baixo da madeira, vê-se o carcomido. E por baixo de tudo um vazio mineral, sem fundo, onde o eco repete a velha ordem do mando: obedece, cala-te, agradece. Olhai o circo. Olhai-o bem. Não é a primeira vez que entra em cena, e talvez não seja a última. Mas hoje, à beira da pista, há um menino que não bate palmas. Hoje, na poeira, há uma mulher que não chora. Hoje, no fundo da praça, há um velho que se lembra de Abril — e basta lembrar para a carroça começar, pouco a pouco, a desfazer-se em ferro velho e em vergonha.
teoksesta Circo dos Fachos, OLHAI O CIRCO1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Vivemos tempos de transição e incerteza. A democracia, durante décadas dada como adquirida, está agora a ser posta à prova por forças que, embora operem dentro do sistema, visam subverter os seus fundamentos. Em Portugal, o surgimento e ascensão do Chega exemplificam esta nova realidade, onde o populismo autoritário desafia as bases do regime democrático e reclama espaço no cenário político nacional. Este livro nasce da urgência de compreender, com rigor científico e profundidade analítica, as dinâmicas complexas que levaram à erosão da direita democrática tradicional e à emergência de um discurso e prática política marcados pelo populismo Autoritário.
teoksesta A Crise da Direita Democrática e o Encontro com a Extrema-Direita (2.ª Edição)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Escrevo estas linhas na primavera de 2026, num momento em que a democracia americana atravessa a sua mais grave crise institucional desde a Guerra Civil. Donald J. Trump iniciou em Janeiro de 2025 o seu segundo mandato presidencial e, ao longo dos primeiros dezasseis meses, executou — com método e sem disfarce — boa parte do programa que o documento Mandate for Leadership (vulgo Projecto 2025) havia delineado em 2023.
teoksesta Trump the Enemy of Democracy1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro resulta de uma investigação independente, sustentada por fontes académicas, jornalísticas e documentais de acesso público. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade do autor e não representam qualquer instituição ou organização. Se ser idiota fosse um programa de TV, Trump seria uma série completa. — Nate White A democracia não morre com um estrondo; morre com um sussurro. — Adaptação livre de T.S. Eliot Este livro é, antes de mais, um acto de cidadania. Não um acto de cidadania americana — não sou americano, não voto nas eleições americanas, não vivi nos Estados Unidos.
teoksesta Trump, o Desruptor1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Akseli V: Tekoäly
6 otetta
O livro começou por uma pergunta que não consegui arrumar: quem controla a inteligência artificial e como são distribuídos os seus benefícios e os seus riscos? Não é uma pergunta técnica, embora quase todas as suas ramificações exijam resposta técnica. É uma pergunta sobre propriedade, sobre direito e sobre a repartição do produto do trabalho. Colocou-se perante o tear mecânico, perante o motor eléctrico e perante o computador de secretária, e de cada vez recebeu resposta diferente, conforme a força relativa de quem a fez. A interrogação não me chegou por via da leitura.
teoksesta Humanos e Humanoides — Osa 11 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Esta obra foi concebida como um único argumento e é impressa em dois volumes por razões materiais: às oito por dez polegadas em que foi composta, o texto integral excederia largamente o limite prático da encadernação. A divisão não é, porém, arbitrária. Ocorre na fronteira em que o objecto muda de natureza. O Volume I ocupou-se da inteligência artificial enquanto facto económico e enquanto facto físico.
teoksesta Humanos e Humanoides — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Uma tecnologia deixa de ser notícia muito antes de deixar de ser importante. O momento da passagem não é aquele em que ela funciona bem: é aquele em que se conta com ela. Ninguém escreve sobre a rede eléctrica enquanto a rede eléctrica funciona. Escreve-se quando falha — e escreve-se então sobre tudo aquilo que dela dependia sem que se soubesse. A tese deste livro é que a inteligência artificial atravessou essa passagem, e que continuar a descrevê-la como tecnologia emergente é descrever mal aquilo que já está instalado. Já não é sobretudo uma aplicação que se escolhe.
teoksesta O Futuro é Já Hoje1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Tratado Científico - Teoria, derivações e memória de cálculo Natureza e propósito do instrumento Antes de escrever uma única equação, um livro honesto sobre um instrumento de simulação deve responder a uma pergunta que quase todos os manuais evitam: que tipo de objecto é, afinal, aquilo que estamos a construir? A resposta condiciona tudo o que se segue — o significado dos números que o motor produz, o alcance das conclusões que deles podemos tirar, e a linha exacta a partir da qual deixamos de fazer ciência para começar a fazer ficção. O GeopolSim 3 é um artefacto de software; mas a categoria a que pertence não é a de um programa que prevê o futuro. É a de um instrumento de raciocínio.
teoksesta GeopolSim 31 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Ciência, Engenharia e Estratégia de um Sistema - Analítico de Simulação Geopolítica Da concepção científica à exploração de cenários de defesa, segurança e soberania Esta obra nasce de um projeto concreto e de uma convicção. O projeto é o GeopolSim, um sistema de software para simulação analítica de dinâmicas geopolíticas, concebido, desenhado e construído como instrumento de apoio ao raciocínio estratégico. A convicção é a de que as questões de defesa e segurança — precisamente por serem graves, incertas e frequentemente irreversíveis — exigem mais rigor, e não menos; mais transparência, e não mais mistério; mais humildade epistémica, e não mais falsas certezas.
teoksesta GeopolSim1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A pergunta Um channel strip é uma coluna estreita de uma mesa de mistura: uma entrada, uma cadeia de transformações — ganho, filtro, dinâmica, envio — e uma saída que se soma às restantes. Quem trabalha com áudio passa anos a olhar para esses canais e acaba por os ver como aquilo que efectivamente são: sistemas dinâmicos com realimentação, onde um ganho mal posto oscila, um atraso desfasa, e um erro sistemático na medição se propaga silenciosamente por toda a mistura. Este livro nasceu de uma pergunta que, dita em voz alta, parece uma provocação: o que acontece se tratarmos um sistema estratégico como um sistema de processamento de sinal? A resposta é mais literal do que se esperaria.
teoksesta Construindo um Plugin JUCE de Simulação Estratégica1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Akseli VI: Runous, henkisyys ja meditaatio
29 otetta
"Amar é consentir que o coração atravesse o desconhecido sem converter o outro em abrigo contra a própria vida." - Hermínio Cerqueira Este livro nasceu de uma pergunta que não se deixa resolver por conselho: como amar profundamente sem exigir ao amor que elimine o risco de viver. Não trago resposta. Trago cento e vinte travessias. A qualidade do amor mede-se pela qualidade da atenção, e a atenção verdadeira não vigia nem invade. A coragem amorosa não faz desaparecer o medo; impede apenas que o medo se torne senhor da casa. A vulnerabilidade é oferta livre e gradual, e não obrigação de transparência total. A dor pode acompanhar o amor, mas não prova a sua verdade nem legitima o dano.
teoksesta O Coração sem Garantias1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Quem alguma vez viu levantar um arco de pedra sabe que ele começa por não ser de pedra. Antes das pedras vem a madeira: uma armação curva, a que os construtores chamam cimbre, erguida no vão com a forma exacta do arco que ainda não existe. É sobre esse molde provisório que se assentam, uma a uma, as aduelas, as pedras talhadas em cunha que hão-de desenhar a curva. Enquanto falta a última, a do alto, a que se chama fecho, o arco não tem força nenhuma, e cada pedra, deixada a si mesma, cairia. Depois o fecho é colocado, e acontece uma coisa que qualquer engenheiro explica em termos de compressão e que a mim continua a parecer um pequeno milagre: as pedras passam a segurar-se umas às outras.
teoksesta O Caminho Somos Nós — Osa 31 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A perda cria um estranho dentro de quem permanece. O eu deixa de coincidir consigo mesmo. Desde que ficaste do outro lado de tudo, passou a viver comigo um inquilino que não convidei: o homem do espelho. Cruzo-o ao acordar, ao lavar o rosto, ao passar distraído pelo corredor — e cada vez o conheço menos. Tem os meus traços, repete os meus gestos com um atraso mínimo, mas há nos seus olhos uma pergunta que os meus já não sabem responder. Partilhamos a casa sem nos falarmos, dois estranhos com a mesma cara. Antes, o espelho devolvia-me alguém inteiro. Agora devolve-me este hóspede pálido que herdou o meu nome e não sabe o que fazer com ele.
teoksesta O Inquilino do Espelho, poema em prosa (abertura)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Há sentimentos que só começam a existir quando lhes abrimos uma palavra; há vidas que só começam a florescer quando alguém as vê antes de elas próprias se reconhecerem.
teoksesta Onde o Nome Aprende a Respirar, aforismo / abertura1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Lembro-me do dia com precisão de um relógio quebrado que ainda marca a hora exacta duas vezes por dia. Era um sábado de primavera. A luz entrava pelas janelas com aquela qualidade que os pintores chamam de "ouro líquido". Eu tinha conquistado aquilo que supunha que me tornaria completo: uma carreira respeitável, um apartamento agradável, relacionamentos que fingiam estar bem. E ainda assim, sentava-me nessa sala inundada de ouro e sentia um vazio tão profundo que parecia ter densidade física.
teoksesta O Dia em que Tudo Parou, prosa (narrador na 1.ª pessoa)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Há uma hora estranha, ao fim da subida, em que o caminhante chega ao cume e descobre que o cume não era o fim. Imaginara-o como um lugar de chegada, uma varanda definitiva sobre o mundo, e durante muito tempo caminhou apenas para lá chegar. Mas eis que, ao pisar o ponto mais alto, vê outra coisa: o horizonte recuou, abriram-se vales que não conhecia, e a senda, longe de terminar, desce do outro lado e continua. O cume não era uma porta fechada. Era uma soleira.
teoksesta O Caminho Continua — Osa 2, prosa poética (abertura)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Näytä 23 otetta lisääNäytä vähemmän
Adormecido junto ao Tejo, na ribanceira do cais de Belém, sonha o Poeta moderno que Luís de Camões lhe surge à porta da memória, conduzindo-o por mares nunca dantes navegados — os do tempo presente — até ao primeiro porto interior da Pátria. Leva-o Camões pela mão a contemplar o regresso das caravelas: já não vão de partida, mas voltam carregadas de saber, de luz e de cuidado, prontas a refundar o sentido do labor comum. Conclui-se que o verdadeiro porto está dentro do Povo: ali se confirma a vocação universal de Portugal, raiz antiga e renovada de toda a viagem.
teoksesta O Regresso das Caravelas do Pensamento, Argumento em prosa de canto épico1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Ergue-se o Povo português contra a longa noite da censura e do medo, e floresce Abril como princípio político e moral de uma Pátria novamente livre. Consolidam-se o voto, a Constituição e a pluralidade cívica, enquanto se fecha o ciclo imperial e se abre um novo vínculo de amizade entre os povos. Conclui-se que a liberdade não é dádiva imóvel: exige memória, vigilância e labor diário, para que nunca mais se imponha a servidão.
teoksesta O Regresso das Caravelas do Pensamento, Argumento em prosa de canto épico1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Encontrei um grão de areia no bolso do casaco e soube, antes de o olhar, que ele continha um deserto inteiro. Não por metáfora — por necessidade. Do mesmo modo que uma gota de sangue transporta o mapa genético de um corpo, aquele grão transportava a memória de todas as dunas que alguma vez o vento empilhou e desfez. Peguei-o entre o polegar e o indicador e senti-o pulsar, tímido, como coração de pardal.
teoksesta Poemas Seleccionados, poema em prosa (abertura)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Há lugares que nos enganam pela superfície. Chamamos-lhes vazios, estéreis, mortos — porque não sabemos ver o tempo que neles respira. Mas o deserto não é ausência: é contenção. Não é silêncio: é espera.
teoksesta Poemas Seleccionados, poema em prosa (excerto)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
No meio da noite — ou talvez já no limiar de um dia indistinto — tudo era repetição. O sol, horas antes, queimara sem piedade um horizonte vazio, onde nada se distinguia senão a ondulação lenta e hipnótica de um solo sem fim. Um território sem memória visível, sem cor, sem promessa. Ali, o tempo não passava — desgastava. Uma hora inteira podia caber dentro de si própria, sem deixar marca. E quem atravessa esses lugares aprende que há um modo do tempo que não constrói nem destrói: apenas lima, devagar, a pretensão de que estamos no centro de alguma coisa. O deserto não nos castiga. Apenas nos devolve à nossa verdadeira medida.
teoksesta Poemas Seleccionados, O Tempo que Desgasta1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Talvez a diferença entre o científico e o sagrado seja apenas a linguagem que usamos para tocar o mesmo indizível.
teoksesta Poemas Seleccionados, aforismo1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Há um país que não cabe nos mapas, porque se refaz a cada amanhecer com as mãos de quem decide não se calar.
teoksesta Poemas Seleccionados, O País Que Se Inventa a Cada Manhã1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
«A verdade não está no facto, mas no que o facto acende em nós.»
motto teoksesta Atrás do Algodão Branco1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A poesia é o gesto de afastar a cortina um instante. Não de a rasgar — quem a rasga endoidece, ou cega de tanta luz. Apenas de a afastar com dois dedos, devagar, o tempo de um verso, o tempo de uma respiração retida. E nesse instante vês o padrão. Vês que a coisa que tinhas por banal estava cheia até transbordar. Vês que a chávena sobre a mesa, a mão da tua mãe, a chuva contra o vidro, não eram cenário: eram texto. Estavam a dizer-te algo desde sempre, e tu passavas. O poema é esse afastar. Depois a cortina volta a cair, porque tem de cair, porque não se pode viver sempre do outro lado. Mas já não és o mesmo. Ficou em ti a marca do que viste, como fica na retina a forma do sol depois de o fitares.
teoksesta Atrás do Algodão Branco, prosa poética (excerto)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A resposta deste livro inteiro é uma só, e damo-la já: somos livres. Mais do que isso — somos chamados a sê-lo. A pergunta não é traição: é fidelidade na sua forma mais adulta. E o que se segue, nas páginas que vêm, é apenas a tentativa, lenta e cuidadosa, de mostrar que assim foi sempre na grande tradição cristã, mesmo quando os ventos da história sopravam noutra direcção. A pergunta é o oxigénio da fé adulta. Sem ela, a fé sufoca; com ela, respira.
teoksesta Os Evangelhos Silenciados à luz dum leigo no Século XXI — Osa 1, prosa (excerto)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Entre os textos que a biblioteca de Nag Hammadi devolveu à luz em 1945, nenhum tem provocado tanta investigação, tanta admiração e tanta inquietação como o Evangelho segundo Tomé. Não é evangelho narrativo: não conta a infância de Jesus, nem os seus milagres, nem a paixão, nem a ressurreição. É uma colectânea — pura e seca — de cento e catorze ditos atribuídos ao Senhor, cada um introduzido por uma fórmula simples ("Disse Jesus...") e separado dos outros por uma linha em branco do escriba copta. Não há ordem narrativa. Não há contexto. Não há explicação. Há apenas a voz — a voz que se diz de Jesus —, ressoando em forma de aforismo, de parábola breve, de paradoxo, de imperativo gnómico.
teoksesta Os Evangelhos Silenciados à luz dum leigo no Século XXI — Osa 21 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
«O desígnio maior de todo o homem ao nascer é o de procurar a felicidade, mas nenhum de nós pode ser verdadeiramente feliz enquanto houver, no nosso semelhante, dor que pudéssemos consolar.»
teoksesta No éter, seis segundos contêm uma eternidade, frase de abertura do livro1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Chega-se ao fim deste livro como se chega ao alto de uma serra: ofegante, e contudo certo de que o cansaço valeu o que se viu. Quem leu até aqui terá reparado que estes cinquenta poemas não falam, afinal, de cinquenta coisas diferentes. Falam de uma só. Falam do homem — não do homem em abstrato, dissolvido em ideias, mas do homem concreto, feito de carne e de gesto, com as suas duas mãos, os seus dois braços, os seus dois olhos, os seus dois pés que aprendem a caminhar. É essa a geografia secreta que percorremos: o mapa de um corpo que é, ao mesmo tempo, o mapa de uma alma.
teoksesta No éter, seis segundos contêm uma eternidade, prosa (posfácio do livro)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Houve um dia em que tudo parou — e foi nesse dia que tudo começou. Não foi um dia de catástrofe externa, embora também os houvesse. Não foi um dia de notícia trágica, embora a vida me tivesse trazido várias. Foi um dia comum, daqueles em que o sol entra pela janela como se nunca tivesse entrado antes, e a luz tem aquela qualidade densa, líquida, que os pintores antigos chamavam ouro de manhã, e os místicos chamavam graça sem causa, e os monges zen chamavam, simplesmente, agora. Foi um sábado, talvez fosse domingo, não interessa o nome do dia: o que interessa é que dentro de mim parou um relógio que andava há muito a correr sem destino. E quando esse relógio parou, ouvi pela primeira vez um silêncio que tinha estado sempre lá, à minha espera, paciente como mãe.
teoksesta O Reino está Dentro e Fora, poema em prosa (abertura)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro é uma travessia. Vinte e cinco janelas para um mesmo silêncio. Cada janela tem a forma de um poema em prosa — pequena clareira aberta para o leitor se demorar — e, em seguida, cinco sonetos em alexandrinos, que voltam ao mesmo motivo de cinco modos diferentes, como cinco maneiras de olhar a mesma pedra. Os temas vêm da contemplação Zen: instantes em que o pensamento ainda não se formou, sombras que se desfazem sem queixa, sinos que se ouvem sem chegar, mãos que soltam sem o saber. Foram escritos com extrema economia de linguagem, imagens concretas, cortes súbitos como kireji do haiku, e uma tensão constante entre o que está presente e o que permanece em ausência. Não querem ser explicação. Querem ser dedo a apontar.
teoksesta Poesia Zen, apresentação do livro pelo autor (prosa)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Houve um afeto antes das palavras, e por isso ainda nos falta o nome para o nomear. Os gregos, que tudo viam com clareza terrena, ergueram três templos onde o coração se podia ajoelhar: o do desejo que arde, o do sangue que se reconhece, o do amor que se entrega sem retorno. Mas entre estes três templos abria-se um pátio sem teto, e era ali, sob o céu sem inscrição, que algumas almas se encontravam. Nem éramos amantes, nem éramos irmãos, nem éramos santos a amar a humanidade inteira. Éramos isto que ainda não tem palavra: dois rostos voltados na mesma direção, dois pensamentos que se alongavam como dois rios que descobrem o mesmo mar. A língua, sempre tarde, ainda não se inclinou sobre nós para nos batizar.
teoksesta A Cintilação das Almas, prosa poética (abertura)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Perdoar não é negar a ferida. É impedir que ela se torne o nosso único nome. Esquecer não é apagar o que aconteceu. É retirar ao passado o direito de continuar a ferir.
motto teoksesta Perdoar só é Real se for também Esquecer1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
A Porta que Só se Abre por Dentro Há uma porta no coração humano cuja chave nunca esteve do nosso lado. É a porta do outro — daquele que magoámos, daquele que nos magoou, daquele que agora se cala diante da nossa pressa de absolvição. Pedir perdão é, antes de mais, aprender a parar diante dessa porta. Aprender que o nosso arrependimento, por mais sincero que seja, não obriga ninguém a abrir. Pedir perdão não é negociar uma saída. É reconhecer, sem teatro e sem retórica, que houve um instante em que fomos menos do que aquilo que prometemos ser. É deixar cair a couraça das justificações e oferecer ao outro a única coisa que ainda nos pertence depois do dano: uma verdade nua, sem ornamentos, sem chantagem. E quem perdoa também atravessa uma porta. Mas a sua porta é interior. Não tem o dever sagrado de a abrir. Tem o direito sagrado de ainda doer. O perdão não é uma obrigação que se reclama; é uma possibilidade que pode demorar todo o tempo de uma vida — e ainda assim ser legítima. A humanidade começa quando alguém diz «fiz mal» sem disfarce, e outro alguém, sem negar a ferida, responde: «não quero que esta dor governe o resto da minha vida». Nesse instante, dois seres aprendem que o perdão não apaga a história — recompõe-na. Não devolve a inocência — devolve o futuro.
teoksesta Perdoar só é Real se for também Esquecer, poema em prosa / texto de abertura (excerto)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Há uma porta no fundo do céu. Não tem batentes, nem dobradiças, nem chamada — e, no entanto, abre-se. Abre-se em segredo, na tarde em que o astrónomo cala o aparelho e levanta os olhos do papel; abre-se na madrugada em que um pastor, no alto da serra, sente um arrepio sem motivo; abre-se, sobretudo, no instante em que alguém pronuncia a palavra «sempre» e, ao pronunciá-la, sabe — sem saber como — que essa palavra não cabe inteira na boca de um vivo. Chamaram-lhe muitas coisas, ao longo dos séculos. Os antigos, que olhavam o céu com mais paciência do que nós, falaram em «buraco do firmamento».
teoksesta Os Buracos Negros e os Infinitos Curvos1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
"Há uma hora em que o relógio adormece e a água começa a subir pelos rios da memória, devolvendo às nascentes o sal que outrora despejou no mar..."
teoksesta O Espelho dos Universos Paralelos, frase citada do livro (prosa poética)1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Este livro é um espelho lançado contra o horizonte do tempo. Nele, o leitor descobrirá universos que respiram em sentidos opostos, onde toda destruição é, simultaneamente, génese; onde cada perda é o reverso exacto de um nascimento; onde o tempo — em vez de arrastar as coisas para a cinza — as devolve à origem, reconduzindo-as ao instante luminoso em que ainda não tinham nome. A intuição fundadora é antiga e contudo sempre nova: há um equilíbrio absoluto que sustém o visível, um pêndulo feito de mundos paralelos, de eras que se contemplam mutuamente através de véus finíssimos, de consciências que se dissolvem apenas para se redescobrirem como a totalidade de si próprias.
teoksesta O Espelho dos Universos Paralelos1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali
Hermínio Cerqueira é um poeta português contemporâneo cuja obra se estende por uma década de intensa criação literária, de 2016 a 2026. A sua escrita atravessa múltiplos registos — do soneto clássico ao poema em prosa, da lírica intimista à reflexão filosófica e social — sempre com uma voz inconfundível que combina erudição com acessibilidade. Com 44 obras publicadas distribuídas por dois volumes, a sua produção poética revela uma busca incessante pela compreensão do humano, do amor, da liberdade e do sentido da existência. TEMAS CENTRAIS: O Amor — Em todas as suas formas — romântico, universal, filosófico, através das cosmovisões.
teoksesta Poesias 2016–2026 — Osa 22 (viite 2)
Tekstin alkukieli: portugali
O nosso silêncio por vezes é forçado, por vezes a memória nos abandona para tudo o que é mais recente, ficamos com as recordações de tempos idos... Estes poemas foram o resultado da minha amargura, de nada poder fazer por alguém que muito estimo e que por momentos está num Mundo irreal vazio e como isso faz todos os que a rodeiam ficarem apreensivos, ristes e impotentes... Foi pensando em todos os que sofrem de Alzheimer que escrevi estes modestos poemas.
teoksesta Das Margens do Silêncio1 (viite 1)
Tekstin alkukieli: portugali









































































